Aniversário do Lucas: os três porquinhos e o lobo mau

Eu sempre quis fazer a festa de primeiro aniversário do Lucas com um tema bem infantil, que ele não fosse escolher sozinho um dia (tipo carros, futebol ou algum personagem, sabe?) Além disso, queria uma festinha mais caseira, sem produções mirabolantes, mas cheia de pequenos detalhes! Dei muita sorte de, assim que escolhi o tema dos Três porquinhos e o Lobo Mau, ter conhecido uma pessoa super talentosa pra me ajudar a transformar meu sonho em realidade.

26-lucas_1aninho_foto_patriciaandrade_e_marciocruz (2)A Pamela, da Contando Sonhos, foi indicação de uma amiga em comum (a Manu da Bolo de Caneca confeitaria), e estava começando seu trabalho como decoradora de festas infantis, logo depois de ter tido seu primeiro filho. Na hora sabia que era esse o time que faria a festa do Lucas do jeito que eu queria, e dito e feito: trabalhamos super bem juntas, e tudo ficou melhor do que sonhei!

02-decoração_lucas_1aninho_foto_patriciaemarcio (195)Como esse não é um tema muito comum, não foi fácil achar peças prontas e coisinhas de decoração relacionadas, mas no fim foi até melhor: criamos tudo do zero. A Pam encomendou os personagens de feltro, a Ju da Honey Paper (outra querida mega talentosa) fez toda a papelaria personalizada e a Manu transformou em delícias nossas ideias, com um bolo lindo e docinhos temáticos. Tava tudo tão lindo que dava até pena de comer!!! Ps: o cupcake de paçoca da Bolo de Caneca é a coisa mais gostosa que já comi na vidaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa! Tô salivando aqui só de lembrar dele!! hahaha

08-decoração_lucas_1aninho_foto_patriciaemarcio (208)Super recomendo o trabalho dessas três amigas talentosas e cheias de boas ideias, sério! Sabe aquelas pessoas disponíveis, prontas pra escutar suas ideias mais absurdas e fazer o que for preciso pra deixar tudo incrível? Foi amor à primeira vista, e com certeza as próximas festas do Lucas vão ser com elas de novo! Amei muito Pam, Manu e Ju, muito obrigada por terem feito da festinha do Lucas um momento tão especial pra gente.

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Boston: o voo, a chegada e nossa primeira semana por aqui!

Depois de 10 dias por aqui, finalmente consegui sentar e organizar os pensamentos pra escrever pra vocês! É uma loucura chegar num país novo, casa sem móveis, sem carro e ter que fazer tudo ficar habitável o mais rápido possível, pra ainda aproveitar a cidade enquanto o tempo está lindo e quente!

Pra começar, o voo: dessa vez escolhemos um voo “quase direto”, porque não tem nenhum do Brasil direto pra Boston… nossas opções eram ir pra Miami (8 hs de voo) e depois mais 3 hs até Boston, ou então fazer 10 hs até NY e de lá só mais uma horinha pra chegar aqui. Depois da experiência mal sucedida que tivemos no início do ano, com o voo pra Paris, escolhemos o voo mais longo, e foi a melhor opção! Lucas dormiu umas 5 horas, as outras 5 ele passou gritando e/ou chorando, mas foi tranquilizador saber que ao desembarcar só faltava mais um voozinho de nada!

Aliás, ao desembarcar ele passou uma hora gritando direto, daqueles gritos que fazem todo mundo parar pra ver o que está acontecendo, sabe? Pois bem, não faço a menor ideia do porquê de tanto grito, mas foi tanto rolo que perdemos nossa conexão e tivemos que esperar 3 horas pela próxima. Ele gritava e eu chorava! hahaha No final, foi até melhor… deu tempo de relaxar, esquecer os gritos, ele dormiu e acordou mais bem humorado! O último trecho foi super tranquilo, nem parecia o mesmo bebê!!

3-IMG_5517Os primeiros dias aqui foram dedicados à resolver as coisas práticas: celular, supermercado, registro na universidade e, no meio de tudo isso, manter a rotina de alimentação e sono do Lucas! Ele se acostumou super bem, parece que sempre morou aqui! hehehe

Como o Rodrigo vai fazer a pesquisa dele no MIT, que fica em Cambridge, acabamos decidindo morar aqui, bem pertinho da universidade. A cidade fica na área metropolitana de Boston, é só atravessar a ponte e já estamos lá! Nossa região se chama Kendall Square, e fica muito perto do rio Charles. Todos os dias tenho ido caminhar/correr com o Lucas na margem do rio, aproveitando o solzinho. No caminho tem um canal super bonito, com uma ponte de madeira, e vários barcos e caiaques pra alugar. Tô doida pra fazer esse passeio, mas cadê a coragem?

fotoSobre nosso apartamento, ele é uma delícia! O prédio é novo, com academia e um jardim interno enorme, numa região bem tranquila e cheia de cafés e restaurantes por perto. O único porém é não ter supermercado e farmácia perto (20 minutos a pé!), mas logo logo vamos tirar a carteira de motorista daqui e nos inscrever pra usar os shared cars.

1-IMG_5530De resto, ainda falta mobiliar a casa (só temos colchão, berço, cozinha e uma mesinha emprestada) e achar uma rotina de supermercado que funcione no nosso dia a dia! A diferença de preço entre comprar online e pessoalmente é muito grande, não tem valido a pena pedir nada pra entregar. Aliás, importante dizer, estou me dedicando (e gostando!) à cozinha e às receitas mais saudáveis. Sempre gostei de cozinhar, sou super intuitiva e criativa, mas sempre acabava fazendo aquelas coisas gordas (e deliciosas!! hahaha) Vou dividindo por aqui minhas experiências culinárias, ok?

Minha meta durante esse ano é cuidar melhor de mim e da minha família, e isso inclui, além de exercícios diários, comer melhor sem perder o prazer pela comida! Sempre fui muito radical em relação à alimentação… ou era dieta super restritiva ou pé na jaca até a cintura, o que me rendeu um efeito sanfona monstruoso. Como aqui o pé na jaca tende à ser gigantesco (e eu amo fast food e porcarias!!), estou me esforçando pra ir pro “lado saudável da força”! hehehe Wish me luck!

Captura de Tela 2014-08-15 às 11.02.46Por enquanto é isso! Já já eu volto com uma receita que fiz esse dias, super fácil e delícia, e mais novidades daqui… Enquanto isso, me acompanha no instagram (@juozol), que lá tem meu dia a dia em tempo real!

beijos :)

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Boston… casa nova, vida nova!

Os últimos meses foram uma loucura! Além de ter, finalmente, conseguido voltar à vida normal depois do nascimento do Lucas, fiquei na correria pra organizar tudo pra nossa grande mudança… Quem me acompanha no instagram (@juozol) já sabe, mas divido com vocês aqui também: acabamos de nos mudar pra Boston, pra passar 1 ano! Já havíamos tido essa experiência em 2006, quando moramos em Paris, mas fazer uma mudança dessas com bebê é completamente diferente… nossa!

Como tirei esse ano pra me dedicar exclusivamente à mim e minha família, vou dividir com vocês todas as experiências e descobertas dessa nova fase! Estou me esforçando pra ser mais saudável, e isso inclui exercícios diários e cozinhar em casa pra comer melhor. Como não tenho ajuda nenhuma por aqui, somos só eu e o marido, estou descobrindo formas de deixar tudo mais planejado e organizado, inclusive a rotina do Lucas e principalmente da casa!

foto welcome homeJá, já eu volto pra contar como foi o voo, a chegada por aqui e nossa primeira semana em solo americano!

beijos e espero vocês me acompanhando por aqui :)

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Sobre amamentar em público

Esse é um daqueles assuntos que normalmente só paramos pra pensar quando acontece com a gente. Confesso que antes de ser mãe não prestava muita atenção em mulheres amamentando em público, não tinha uma opinião formada sobre o assunto, mas assim que o Lucas nasceu parece que o instinto falou mais alto e fluiu naturalmente: se ele tinha fome, era peito na certa, não importando aonde estivéssemos.

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Isso significava amamentar à mesa no restaurante, no banquinho do museu, na fila do supermercado e até no meio da rua em Paris, como nessa foto aí de cima. Já li e ouvi casos de mães que foram proibidas de amamentar em determinados lugares, ou que se sentiram constrangidas com os olhares recriminadores, mas eu nunca passei por nenhuma dessas situações. Talvez por tratar esse assunto de forma tão natural, acaba nem chamando tanta atenção… será? Procuro sempre um canto reservado pra amamentar, mais pela tranquilidade do momento do que pra me esconder (mas se estou no restaurante vai na mesa mesmo!), e acho um abuso quem “dá a dica” de amamentar no banheiro. Além disso, faço uma “cabaninha” com a mão, pra evitar que meu peito fique super exposto, por pura discrição minha.

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Acho que devemos incentivar a amamentação a todo custo, e um passo muito importante é tirar esse estigma de que deve ser escondido! Quem tem que mudar a atitude são os outros, que devem olhar essa mãe com respeito e admiração. Viu que tá amamentando? Olha pro outro lado, simples assim! Agora me contem, o que vocês acham disso e como lidam com a amamentação em público?

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Sobre redes sociais e a maternidade cor de rosa

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Achei engraçado que esses dias, ao postar no instagram uma foto do Lucas sentadinho e olhando pra câmera, uma mãe me perguntou se ele era sempre assim calminho, porque o filhote dela não pára quieto. Dei risada e expliquei que, na verdade, tirei umas 10 fotos pra conseguir aquela ali bonitinha, sem nenhuma mão em movimento, e isso foi milésimos de segundos antes de ele se irritar, começar a gritar e quase cair da cadeira.

Mas é claro que essa parte a gente não posta, não publica e raramente comenta, né?! A vida nas redes sociais é sempre cor de rosa, as angústias passageiras e os problemas se resumem a “ai que preguiça de malhar hoje”. Tudo bem, tudo certo, é normal a gente querer acompanhar vidas que pareçam perfeitas, porque de complicado já basta o nosso dia a dia! Mas aí eu te pergunto… até que ponto isso é saudável para uma mãe de primeira viagem recém chegada nesse mundo caótico da maternidade? Se já não é fácil dar conta de tudo o que envolve criar um filho, imagina fazer isso se comparando com aquela “mãe perfeita” que está sempre com a cara descansada, os cabelos escovados e o corpinho em forma?

Eu mesma já me senti péssima fazendo essas comparações e achando que as outras dão conta de tudo facilmente, que só eu tô sempre cansada e com cara de atropelada! É bom lembrar que a vida e a maternidade nas redes sociais são frequentemente um recorte da realidade, uma seleção dos melhores momentos. E que toda mãe, mais cedo ou mais tarde, sente medo, dúvidas e um cansaço fenomenal, e até o bebê mais fofo do instagram tem problemas pra dormir, faz birra em público e quebra coisas na casa dos outros!

Por isso mamãe, não se desespere: você não está sozinha!! Nós também somos lindas e quase perfeitas nas fotos (hahaha), mas na verdade estamos aqui cansadas, descabeladas e com olheiras de panda, igualzinho você!! E viva os filtros e a luz boa!! hahaha

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Sobre ser mãe e a responsabilidade com o filho dos outros

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Quem me acompanha no instagram (@juozol) sabe que sábado passado fizemos uma festinha antecipada pra comemorar o primeiro aniversário do Lucas! O que quase ninguém sabe é que na semana anterior à festa fomos parar no hospital, com um diagnóstico de bronquiolite e um bebezinho bem caidinho, de molho em casa. Como se já não bastasse o sofrimento dele e a confusão pré festa, o médico recomendou fortemente que eu desconvidasse todos os bebezinhos com menos de 2 anos de idade… ou seja, todos os amiguinhos da idade dele aqui do prédio! Explico: a bronquiolite é uma doença viral, e alguns bebês nessa faixa de idade acabam tendo que ficar internados, com complicações mais graves.

Confesso que, na hora, pensei “ai que exagero… não vai dar nada! Tadinho do Lucas ficar sem amiguinho na festa”. Mas depois que fui pra casa caí na real e pensei que tinha que fazer o que era certo, e pra mim era seguir a recomendação médica. Fui conversar com algumas amigas e com a família sobre o assunto, e fiquei impressionada com a diversidade de opiniões!

Algumas concordaram com o desconvite, outra sugeriu que eu apenas dissesse que ele estava gripado, e outra chegou a dizer que era melhor não falar nada! E foi aí que eu parei pra pensar… Qual a nossa responsabilidade, enquanto mães, com o filho dos outros? Temos o direito de priorizar a nossa vontade ou o bem estar do nosso filho em detrimento do de outro bebê?

Juro que eu não imaginei que existissem opiniões divergentes sobre isso. Achei que era mais do que óbvio desconvidar, mesmo que a chance de botar a saúde de outro bebê em risco fosse pequena (o que não era o caso!) Só sei que eu me coloquei no lugar das outras mães… E se fosse o contrário? Eu ia gostar que colocassem meu filho em risco por causa de uma festinha? Óbvio que não! Eu ia ficar muita p***!!! E se algum bebê fosse parar no hospital depois da festa? Deus me livre!! Eu jamais me perdoaria!

No fim, acabei mandando uma cartinha às mães vizinhas explicando a situação, dizendo que preferia não colocar a saúde dos seus filhos em risco e que assim que o Lucas ficar bom faremos uma mini festinha aqui no prédio! Desse jeito pude aproveitar a festa sem me preocupar se iria prejudicar algum bebê fofo e indefeso, e tenho certeza de que o meu filhote vai adorar mais uma comemoração!

Agora me conta, o que você faria nessa situação?!

 

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Sobre o meu dia das mães

Eu amo datas comemorativas. Aniversário, Natal, Páscoa, tudo pra mim é motivo pra comemorar. Claro que com o dia das mães não seria diferente, né?! Pois bem… eis que ano passado, grávida, me senti toda toda por estar vivenciando meu primeiro dia das mães! Bobinha… mal sabia eu o que isso realmente significava.

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Do alto dos meus 8 meses de gravidez, já me achava mãe, me sentia mãe, e até entendia tudo o que falavam sobre amor incondicional, noites sem dormir e mudanças na vida. Lembro que acordei como criança em dia de aniversário, e passei o dia todo esperando os parabéns. Vários amigos me parabenizaram, o marido relutou um pouco porque achava que dava azar comemorar antes do bebê nascer, e ao ligar pra minha mãe pra parabenizá-la, fiquei puta da cara e super magoada quando ela desligou o telefone sem me dar parabéns. Como assim??? Eu já sou mãe, olha aqui meu barrigão! Na mesma hora liguei de volta pra contar que tinha ficado chateada e saber o porquê dela não ter dito nada… Nunca vou esquecer das suas palavras: “filha, depois que ele nascer você vai entender o que é ser mãe”.

Hoje, um ano depois, vejo que ela tinha razão. Porque depois que ele nasceu, tudo fez sentido! Eu me tornei mãe, mas também me tornei mais filha, mais amiga, mais esposa… Mais paciente, mais compreensiva, mais empática com a história dos outros. Mais cansada também, é verdade, mas sentir o coração fora do peito e o amor crescendo a cada dia, enquanto seus limites e conceitos são constantemente expandidos, é a experiência mais doida e transformadora da vida de uma mulher! E eu não tinha ideia da grandiosidade disso tudo enquanto estava grávida, nem tinha como saber.

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Hoje, vejo que o “ser mãe” se constrói no dia a dia. Nas noites em claro, nas horas de choro, no ver o dia amanhecer enquanto seu filho brinca animado como se fosse meio dia, no quanto ele se diverte enquanto toma banho e molha você e o banheiro todo. Nos olhinhos curiosos descobrindo o mundo, passos inseguros trilhando o seu caminho, nas mãozinhas agarradas na sua, só pra ter certeza que não está sozinho. Ser mãe é estar presente, mesmo que menos do que se gostaria, mesmo que mais do que seu corpo aguenta. É se dedicar, se entregar, abrir seu coração e permitir que sua vida seja transformada, sem saber muito bem no que, sem saber o destino. É achar que não vai dar conta e de repente descobrir forças onde nem se imagina! É sentir seu coração derreter a cada sorriso, cada nova fase e descoberta, é descobrir que realmente “tudo vale a pena quando a alma não é pequena”.

Ser mãe é muito mais do que engravidar, parir, amamentar… ser mãe é estar, é ser, é participar, é se entregar. Pra todas as mães que passam por aqui pra compartilhar suas experiências e se entregam, de corpo e alma pros seus filhos, meu Feliz dia das mães! E pras futuras mamães, aproveitem a delícia dessa conexão, desse momento único, mas faço minhas as palavras da minha mãe: “depois que ele nascer você vai entender o que é ser mãe”… porque ser mãe, muda tudo!

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Sobre as mudanças no meu corpo

Eu não sei lidar bem com a minha ansiedade. Fui uma noiva que engordou na véspera do casamento, sou daquelas que engordam 2 kg em um final de semana ansioso, e claro que na gravidez não seria diferente. Fizemos tratamento de fertilização durante 3 meses, e o combo hormônios + ansiedade foi implacável comigo: engordei 15 kg antes mesmo de engravidar! Os 9 meses seguintes também não foram os mais controlados da minha vida, e lá vieram mais 10, 15 ou 20 kg… juro que não sei precisar ao certo, porque chegou um momento que parei de me pesar! Todas as minhas dúvidas, medos e ansiedade eram aplacados com comida.

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Nos primeiros 15 dias pós parto, com amamentação e ajuda da minha mãe, perdi bons 10 kg. O restante, bem… que dificuldade pra mandar embora! Hoje, quase 11 meses depois que o Lucas nasceu, continuo com 14 kg acima do meu peso normal, e confesso que isso me incomoda muito. Já pensei em tomar remédio pra sair logo desse sufoco, mas não quero parar de amamentar por um motivo desses, por mais que me incomode! Sei que a solução mais rápida nunca é a melhor, mas parece que tem tanta coisa acontecendo ao mesmo tempo, que só a comida me conforta e acalma. Sabe aquela sensação de “não durmo de noite, não tenho mais controle de nada, então pelo menos vou comer um negócio gostoso?”. Pois é…

Me olho no espelho e não me reconheço. Além do excesso de peso, tenho estrias pelo corpo todo, olheiras fundas e escuras, uma barriga com vida própria, e mil outras coisinhas que não estavam aqui antes. Tenho pouquíssimas roupas que me servem, um guarda roupas cheio de coisas antigas que estão bem longe de servir, me sinto cada vez mais distante do que eu era antes. Óbvio que não trocaria meu filho amado por um corpo no lugar, mas é muito estranho você se olhar e não se enxergar no espelho. A maternidade, pra mim, tem sido uma experiência tão transformadora, tão avassaladora, que me sinto perdida! A sensação que tenho é que não sou a mesma de antes, mas ainda não achei a nova Ju…

Por aqui, continuo lutando contra essa bomba ansiedade + comida e tentando me encontrar, me entender, me redescobrir… Agora me conta, como foi ou está sendo com você?!

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Dia das Mães: eu e meu Lucas

Esse ano, sem dúvidas, será o Dia das Mães mais especial da minha vida! É o primeiro em que tenho o Lucas ao meu lado, e como já passamos quase um ano juntos já me sinto “bem mãe”… hehehe

Por isso, nada mais especial do que registrar nosso amor e cumplicidade em uma sessão de fotos fofa e com uma super profissional, a Rachel Guedes do Projeto Família!

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Me derreto toda olhando as fotos, ela conseguiu capturar bem o carinho que temos um com o outro! <3

Eu ia amar ganhar uma sessão dessas de presente de Dia das Mães, acho eterna e super original! Que tal você convidar a sua mãe ou levar os seus filhotes? Ou pras futuras mamães, ainda grávidas, registrar esse momento tão especial?

Essas sessões são ótimas porque tem um investimento menor, e você ainda pode trocar o valor da sessão por um livro lindo com suas fotos. Garanto que vocês vão amar o resultado!

Serviço

Bebê a bordo ( para gestantes com marido ou com 01 filho )
2 participantes
Make
5 fotos 20×25 com arquivo digital
1 foto impressa na hora pra levar de presente
Agendamento de quarta a sexta
R$ 425

Bebê e Mamãe ( para a mamãe ou a vovó com o bebê )
2 participantes
Make
5 fotos 20×25 com arquivo digital
1 foto impressa na hora pra levar de presente
Agendamento de quarta a sexta
R$ 425
Contato: 2729-9055 / 2639-9055

falecom@rachelguedes.com.br

Site : http://projetofamilia.com/
Facebook: https://www.facebook.com/projeto.familia

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super stylish moms

Esses dias estava fazendo uma limpa nos meus arquivos digitais, quando me deparei com as fotos do ensaio da Vogue Russia que compartilho a seguir. Adoro ver essas fotos e me imaginar assim, hahaha. Fantástico Mundo de Bob, né?! Tãooooo distante da minha realidade!!! Se já tropeço de salto sozinha, imagina com o Lucas no colo?! Mas não custa nada sonhar, vai…

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